quarta-feira, 18 de outubro de 2017

BAZANI


(Matéria escrita por Flávio Aparecido, em 14/10/2007, um dia após a morte de Olivério Bazani Filho)

Flávio Aparecido
Neste domingo, após um final de semana agradável, cheguei em casa à tardezinha. Enquanto descarregava o carro, para guardar os apetrechos pertinentes, liguei o rádio para ouvir as notícias esportivas. E sintonizei alguma rádio de São Paulo. Aparentemente, os jogos estavam em seu intervalo, e então, o locutor começou a relatar alguma coisa, que a princípio, não dei atenção. Guardava os utensílios, quando de repente, uma palavra me pareceu familiar: Bazani.

Dando mais atenção, vieram comentários sobre Seleção Paulista, ao lado de Pelé, o maior nome da grande Ferroviária de Araraquara, e aos poucos, fui entendendo o que, ao final, foi declarado pelo locutor...faleceu o Bazani.

Terminei as arrumações, já entristecido. Comentei com meu filho de 12 anos, e ele me perguntou quem era Bazani, e eu apenas respondi: “um ex-jogador da Ferroviária”. Não quis ser mais explícito. De alguma forma, precisava raciocinar e assimilar a notícia.

Sentei-me no sofá e meu olhar foi longe, assim como meus pensamentos. Então me pego em uma época passada, da minha infância.

Ocorreu um jogo entre Ferroviária e Corinthians. Eu queria ir, mas meu pai não deixou. Hoje não! Logo, logo eu levo, disse ele.

E ele voltou radiante, porque a Ferroviária vencera por 2x1. E eu, com meus oito ou nove anos, e já “entendendo” alguma coisa, perguntei?

-O Rivelino jogou bem? (Acho que Rivelino era o único nome que eu sabia).
-Jogou! Mas quem “acabou com o jogo” foi o Bazani.

E eu acho que foi a primeira vez que me atentei para esse nome. Tempos depois, meu pai finalmente, cumpriu a promessa e me levou para ver um jogo.
Quando entra a Ferroviária, ele comenta...” O 10 é o Bazani”. E logo em seguida entra outro time de camisa azul claro. E já vem outro comentário:
-Esse que está abraçando o Bazani, é irmão dele.

-Qual é o nome dele?
-Bazaninho

Achei tão natural. E de certa forma engraçado.

Não lembro ao certo quanto foi o jogo. Acho que foi 3x1 para a Ferroviária e o Bazani fez um gol.

Então, meu pensamento retorna ao presente, mas várias vezes me peguei pensando no assunto.

Não o vi jogar muitas vezes, mas me lembro também de um gol dele contra o Santos. O goleiro era o Cejas. Mas nesse dia, meu pai não falou muito do Bazani, falou do Nei.

Eu o conheci pessoalmente, mas ele já não era jogador. Era dentista. Minha esposa, na época namorada, filha de metalúrgico, estava fazendo tratamento dentário num “ambulatório” da Villares, próximo ao IEBA. E eu fui levá-la. Ao chamá-la, o dentista me disse para entrar também.

Aos poucos, enquanto fazia os procedimentos, eu perguntei se ele era o Bazani. Ele disse que sim, e começamos a conversar.

Foi muito atencioso com minha namorada e comigo. Tanto que deu tempo dele me contar uma história.

Perguntei se ele havia jogado ao lado de Pelé e se eram amigos. Respondeu que havia jogado várias vezes contra, tanto na Ferroviária, como no Corinthians. E umas poucas vezes jogou com ele na Seleção Paulista. Mas que eram amigos (eu entendi mais como colega), e que todas as vezes que se enfrentavam, a imprensa queria tirar fotos com eles.

Num desses confrontos, antes do jogo, o Pelé brincou com ele, dizendo:
- Graças a Deus o Rodrigues não vai jogar.

E o Bazani comentou que várias vezes o Pelé declarou que o Rodrigues era um dos seus melhores marcadores. Porém era com certeza, o mais leal.

Começado o jogo, na terceira vez que a bola veio até o Pelé, o zagueiro lhe tomou a bola. E o Pelé esbravejou para o Bazani:
- Porra Bazani! Onde vocês foram arrumar esse cara?
Esse cara era o Rossi, me completou o Bazani.

Depois disso, o encontrei muitas vezes nas ruas. E várias vezes o assisti no estádio, como treinador.

Era sempre cortês com todo mundo, e todos que o conheciam o respeitavam.
Eu também presto aqui, o meu respeito.

Vai com Deus Bazani. Esteja em um lugar bom, porque você foi do bem!



Texto: Flávio Aparecido

FERROVIÁRIA EM CAMPO: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI E PAULO LUIS MICALI

terça-feira, 17 de outubro de 2017

FERROVIÁRIA NA FONTE – ANO XXVIII (1978)




Não foi um bom ano para a Ferroviária, jogando em seus domínios. Em 19 partidas, a equipe conseguiu cinco vitórias e perdeu outras tantas. Predominaram os empates: nove. Houve igualdade entre os gols marcados e sofridos: 16.

Os melhores resultados obtidos pelos grenás, em 1978, jogando em casa, aconteceram nos dois últimos jogos: vitórias contra a Lusa (1 a 0) e contra o Timão (3 a 2). Contra Palmeiras e São Paulo, derrotas pela contagem mínima. O Santos não visitou a Fonte Luminosa em 1978 porque foi desclassificado e não disputou o segundo turno.


TORNEIO INCENTIVO PAULISTA

1 – 05.03.1978 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa Santista
2 – 19.03.1978 – Ferroviária 1 x 0 Francana
3 – 09.04.1978 – Ferroviária 1 x 2 Marília – Gol da AFE: Volnei (pênalti)
4 – 23.04.1978 – Ferroviária 1 x 1 São Bento – Gol da AFE: Alfredo (falta)
5 – 07.05.1978 – Ferroviária 0 x 0 XV de Jaú
6 – 21.05.1978 – Ferroviária 1 x 0 Paulista – Gol de Alfredo (falta)
7 – 28.05.1978 – Ferroviária 2 x 2 Juventus
Obs.: Faltando a autoria dos gols da AFE marcados contra: Portuguesa Santista, Francana e Juventus.


CAMPEONATO PAULISTA, DIVISÃO PRINCIPAL

8 – 20.08.1978 – Ferroviária 0 x 1 Palmeiras
9 – 03.09.1978 – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa Santista
10 – 07.09.1978 – Ferroviária 0 x 1 São Paulo
11 – 10.09.1978 – Ferroviária 0 x 0 São Bento
12 – 20.09.1978 – Ferroviária 0 x 0 Paulista
13 – 01.10.1978 – Ferroviária 1 x 2 Juventus – Gol da AFE: Nei Dias
14 – 08.10.1978 – Ferroviária 0 x 2 Comercial
15 – 18.10.1978 – Ferroviária 0 x 0 Noroeste
16 – 29.10.1978 – Ferroviária 2 x 2 Guarani – Gols da AFE: João Carlos e Cuca
17 – 26.11.1978 – Ferroviária 2 x 0 Francana – Gols da AFE: Nei Dias (2)
18 – 10.12.1978 – Ferroviária 1 x 0 Portuguesa de Desportos – Gol de Galdino
19 – 17.12.1978 – Ferroviária 3 x 2 Corinthians – Gols da AFE: Galdino, Washington e Basílio (contra)


ARTILHARIA DA FERROVIÁRIA NA FONTE LUMINOSA EM 1978, NO CAMPEONATO PAULISTA

1º - Nei Dias, 3 gols 

2º - Galdino, 2

3º - Washington, João Carlos e Cuca, 1

(e mais um gol, contra, de Basílio, do Corinthians)




RESUMO DA FERROVIÁRIA NA FONTE LUMINOSA, EM 1978



JOGARAM NA FERROVIÁRIA EM 1978

Aranha, Tião, Nei Dias, Mauro, Sérgio Miranda, Paulo Lampa, Carlos, Ronaldo, Duda, Samuel, Cuca, Alfredo, Lavinho, Nandes, Paulo César de Oliveira, Ari, Washington, João Carlos, Ângelo, Toninho, Lucas, Mazinho, Paraná, Carlos Henrique, Tatau, Radar, Bispo, Galdino, Douglas, Rastel, Joel e Marquinhos

  
Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”
Fotos: Blog Anotando Futrbol

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

JOÃOZINHO JOGOU NO MEIO DE CAMPO DA AFE E DIZ: “AMO A FERROVIÁRIA!”






Apelido: 

Joãozinho

Nome completo: 
João Alves Siqueira

Data de nascimento: 
15 de setembro de 1970

Cidade natal: 
Boa Esperança do Sul (SP)


Palavras textuais de Joãozinho: “AMO A FERROVIÁRIA!”


Em pé: Professor Bustamante, Fonseca, Fábio Henrique, Mauro, Luciano Lamoglia, Rui, Mineiro. Agachados: Romildo, César, Joãozinho, Edelvan e Paulo Américo.

Joãozinho Siqueira, um meio-campista, jogou na Ferroviária durante um bom período. Foram oito anos, de 1987 a 1994. Foi na Locomotiva que ele começou sua carreira.

Nos dois primeiros anos (1987 e 88), Joãozinho atuou na base de formação. A partir de 1989, começou a aparecer no profissional, em algumas partidas amistosas.

A partir de 1990, ele integrou o time principal de forma mais efetiva, participando de partidas oficiais. No Paulistão, sua presença tem o seguinte registro, de acordo com os arquivos de “Ferroviária em Campo”:

1990 – 11 jogos

1991 – 2 jogos, 1 gol

1993 – 6 jogos, 1 gol

1994 – 14 jogos

Sobre os clubes que defendeu, Joãozinho Siqueira diz:

“Comecei na Ferroviária. Joguei também na Matonense, Jaboticabal, Olímpia, Velo Clube de Rio Claro, Juventus, Rio Preto, Jataiense-GO. Joguei também na Centro América em El Salvador (Firpo), na Guatemala (Comunicaciones). E Azucareiros, Guatemala.”

Obs.: Firpo: Clube Deportivo Luis Ángel Firpo (El Salvador).

Atualmente, Joãozinho Siqueira é técnico esportivo de futebol na Prefeitura Municipal de Boa Esperança do Sul, onde nasceu e onde mora.

De seu arquivo pessoal, Joãozinho liberou para “Ferroviária em Campo” uma seleção de fotos de recortes de jornais e outras, que ilustram esta matéria.  Trata-se de um profissional que se empenhou no sentido de honrar a camisa grená.
  




 GALERIA DE FOTOS
(Clique nas fotos para ampliar)







 











Informações prestadas por Joãozinho Siqueira.
Fotos enviadas também por ele.

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

RAIOXIZANDO A FERROVIÁRIA NA COPA PAULISTA



A Ferroviária chega às quartas de final da Copa Paulista com a segunda melhor campanha entre os concorrentes. Por um ponto, foi superada pela Inter de Limeira, mas superou todos os demais participantes.

A Locomotiva enfrentará na próxima etapa da competição o Santos B, adversário que ela enfrentou também na edição do ano passado (2016), na Segunda fase, ganhando de 1 a 0 e 5 a 2.

Jogos
Vitórias
Empates
Derrotas
Gols pró
G.contra
Saldo
18
11
4
3
30
13
17


PRIMEIRA FASE

(Nº de ordem – Jogo – Data – Artilheiros da AFE – Público pagante)

1 – Mirassol 1 x 2 Ferroviária – 02.07.17 – Felipe Ferreira e Léo Castro – 155 pagantes
2 – Ferroviária 3 x 0 Linense – 08.07.17 – Léo Castro (2) e Renato Kayser – 805 pagantes
3 – Velo Clube 0 x 1 Ferroviária – 18.07.17 – Léo Castro – 237 pagantes
4 – Ferroviária 2 x 0 Noroeste – 22.07.17 – Renato Kayser e Hygor – 971 pagantes
5 – Ferroviária 0 x 1 XV de Piracicaba – 29.07.17 – 1.354 pagantes
6 – Ferroviária 0 x 2 Mirassol – 10.08.17 – 1.120 pagantes
7 – Penapolense 2 x 3 Ferroviária – 16.08.17 – Hygor, Léo Castro e Willian Favoni – 98 pagantes
8 – Linense 1 x 2 Ferroviária – 19.08.17 – Hygor (2) – 286 pagantes
9 – Ferroviária 5 x 1 Velo Clube – 30.08.17 – Hygor (2), Rodolfo, Íkaro e Renato Kayser – 812 pagantes
10 – Noroeste 1 x 0 Ferroviária – 02.09.17 – 503 pagantes
11 – XV de Piracicaba 1 x 1 Ferroviária – 09.09.17 – Elvis (falta) – 1.980 pagantes
12 – Ferroviária 2 x 1 Penapolense – 17.09.17 – Léo Castro (2) – 577 pagantes


SEGUNDA FASE

(Nº de ordem – Jogo – Data – Artilheiros da AFE – Público pagante)

13 – Água Santa 0 x 2 Ferroviária – 23.09.17 – Léo Castro e Luís Henrique – 3.356 pagantes
14 – Ferroviária 3 x 0 Taboão da Serra – 27.09.17 – Alisson, Hygor e Léo Castro – 777 pagantes
15 – Ferroviária 2 x 2 Inter de Limeira – 30.09.17 – Léo Castro e Damasceno – 698 pagantes
16 – Inter de Limeira 0 x 0 Ferroviária – 07.10.17 – 553 pagantes
17 – Taboão da Serra 0 x 2 Ferroviária – 11.10.17 – Caio Mancha e Hygor – 83 pagantes
18 – Ferroviária 0 x 0 Água Santa – 15.10.17 – 722 pagantes




ARTILHARIA

1º - Léo Castro, 10 gols

2º - Hygor, 8

3º - Renato Kayser, 3

4º - Felipe Ferreira, Willian Favoni, Rodolfo, Íkaro, Elvis, Luís Henrique, Alisson, Damasceno e Caio Mancha, 1




PÚBLICO

Total geral de público pagante – 15.087

Média de público por partida – 838

Total de público na Arena da Fonte – 7.836

Média de público na Arena da Fonte – 870

Total de público fora de Araraquara – 7.251

Média de público fora de Araraquara – 805

Maior público – 3.356 (em Diadema)

Menor público – 83 (em Taboão da Serra)

Maior público na Arena da Fonte – 1.354 (contra o XV de Piracicaba)



TÉCNICOS

PC de Oliveira dirigiu o time em 16 jogos.

Ricardo Moraes dirigiu a equipe contra o XV de Piracicaba, na Arena.

Bruno Pivetti e Ricardo Moraes dirigiram a equipe contra o Água Santa, em Diadema.

Léo Castro, Tadeu, Hygor e Renato Kayser


ATLETAS

27 jogadores atuaram pela Ferroviária nos 18 primeiros jogos da Copa Paulista.

Quem mais atuou, por sinal o único a fazer as 18 partidas, foi o artilheiro Léo Castro.

Seguiram-no de perto, com 17 atuações: Tadeu, Hygor e Renato Kayser.

Luan, Íkaro e Elvis entraram em campo 16 vezes.

Listagem geral:

1º - Léo Castro, 18 jogos
2º - Tadeu, Hygor e Renato Kayser, 17
5º - Luan, Íkaro e Elvis, 16
8º - Alisson, 15
9º - Raniele e Felipe Ferreira, 13
11º - Danilo Sacramento, 12
12º - Willian Favoni, Arthur e Daniel Vançan, 11
15º - Elton, 9
16º - Jorge Eduardo, 7
17º - Marco Damasceno, 6
18º - Jordan, 5
19º - Odaílson, 4
20º - Luís, Rodolfo, Marlon Bica e Luís Henrique, 3
24º - Caio Mancha, 2
25º - Rafinha, Maurício e Gustavo Fraga, 1 

Fontes: 
Arquivo "Ferroviária em Campo"

Fotos:
Amanda Rocha (A Cidade ON)
Ferroviária SA


ELABORAÇÃO E EDIÇÃO: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI E PAULO LUIS MICALI 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

RENZO, LATERAL-DIREITO, RELEMBRA SUA PASSAGEM PELA FERROVIÁRIA




Nome: Renzo José Cavicchioli

Data de nascimento: 1 de agosto de 1958

Cidade natal: Itápolis (SP)

Posição: lateral-direito

Categoria: Base de formação

Período na AFE: 1977 e 1978

Não foi um período muito longo, apenas dois anos. Não evoluiu além da base de formação, pois deixou o clube, indo jogar em Barra Bonita (SP).
Mas Renzo José Cavicchioli documentou fartamente sua passagem pela Associação Ferroviária de Esportes, de Araraquara.

Deixou muitos amigos entre os afeanos, o que é facilmente constatável através das interações feitas por ele por meio do facebook.

Renzo tem recordações muito boas do tempo de juvenil da AFE. E guardou fotos raras de sua presença no clube de Araraquara. Um belo acervo do tempo de práticas do futebol na juventude. Prática que Renzo abandonou para priorizar os estudos: fez Educação Física e passou a exercer a profissão.

Renzo reside em Brasília-DF e tem mantido contatos via redes sociais com seus antigos colegas de futebol.

“Ferroviária em Campo” aproveitou-se dessa interação e bateu um rápido papo com Renzo. A seguir, palavras textuais do itapolitano Renzo sobre sua passagem pela Ferroviária:

“Foi uma passagem somente de dois anos: 1977 e 1978, no Juvenil. No ano de 1979 fui para o time de Barra Bonita (SP).
Nesses anos eu cursava Educação Física em São Carlos e em 1979 prestei concurso, passei e parei com o futebol.
Passei a residir em Brasília-DF, onde estou até hoje, exercendo minha profissão.”

Nas fotos do acervo de Renzo, ele aparece em inúmeras equipes e também posando junto com vários de seus companheiros atletas.
Embora breve, a passagem de Renzo pela Ferroviária resultou em um período inesquecível de sua vida, que agora ele tem a oportunidade de rememorar com os seus antigos colegas do futebol.

“Ferroviária em Campo” agradece a Renzo José Cavicchioli pela liberação das muitas fotos que ilustram esta matéria.

Bazani e Renzo

Sérgio Bergantin e Renzo

Mauro Pastor e Renzo


GALERIA (CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR) 

Em pé: Gregorio, Vicente, Ecinho, João  Luiz  e Ze  Carlos .
Agachados: Renzo, Ari, Douglas Onça, Hastel, Joel e Ferrarezi.
Em Pé:Renzo,  Hastel,  Ze Carlos, Paulo César,  Vicente e Aranha.
Agachados: Edinho, Douglas Onça, Joel,  Lavinho e Ari.
Em pé: Renzo,Amauri, Hermínio, Mello, Amaral e Zé  Rubens. 
Agachados: Buião, Vitório, Gallo, Júnior  e  Índio.
Em pé: Turquinho, Zé Rubens, Renzo, Hastel, Paulo César, Vicente, e Aranha.
Agachados: Buião, Carlos  Henrique, Joel, Lavinho e Ari.

Em pé:Turquinho, Renzo, João  Gilberto, Mello, Hermínio, Amaral, Zé Rubens e Bazani. 
Agachados: Pirolinha, Douglas Onça, Carlos Henrique, Lavinho e Buião.

Renzo com Dorival Júnior

Fotos: Acervo de Renzo José Cavicchioli

FERROVIÁRIA EM CAMPO: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI E PAULO LUIS MICALI